sábado, 8 de fevereiro de 2014

Quando há ferrugem no meu coração de lata, é quando a fé ruge e meu coração dilata!

 
Amigos, quanto tempo perdido!
Se vocês, assim como eu não conheciam O Teatro Mágico, podem investir nesse sentimento pois não se arrependerão.
 
 
 O teatro existe desde de 2003 mas só recebeu suas devidas honras e famas no ano passado, ano em que a história do livro deixou o faz de conta e fez acontecer.
Numa bela tarde de sol eu descobri essa trupe mágica, acsua música toca o coração, parece que ele carece e diz: "para!" Silencia nesse paradoxo frugal; eles têm a capacidade de nos amorizar o dia, a pia, o corredor, a calçada, o passeio e a sala, enfim, tudo se transmuta ao redor não é que eles joguem baixo, eu acho, nem sei... Só sei que foi assim .
 
Só sei que eles me transformaram, e metade de mim agora é assim... poesia, verbo e saudade.
Saudade do amor de meus amigos, amor esse que é linda e poeticamente cantado por eles; ok, um pouco exótico também, Onde já se viu o mar apaixonado por uma menina?   Mas também, quem já conseguiu dominar o amor?
Eu não consigo, pois eu me encantei com essa descrição desses meus novos-antigos amores...  a Ana e o mar.

 
 Pra dizer as vezes que às vezes não digo, ou digo só as vezes mas é pouco, amo todos os meus amigos, mesmo porque a gente nunca sabe de quem vai gostar; mas enquanto houver vocês do outro lado, aqui do outro eu consigo me orientar
 Acho que é por isso que me apaixonei pelo Teatro Mágico, porque eles cantam sentimento, não qualquer coisa; eu acredito que tanto faz não satisfaz o que preciso 

Nenhum comentário:

Postar um comentário